Na empresa ou na escola? O que importa é mudar a visão. Então o certo é: na empresa E na escola.

O futuro incerto, provoca intensa necessidade de aprendizado contínuo e inovador. É necessário que os gestores mudem suas visões de mercado. Fazer mais do mesmo, não leva nenhuma empresa a ter diferenciais e ser competitiva. É preciso empatia.

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O que acontecerá com as profissões, no futuro!

Certamente, a dificuldade reside nas previsões. Porém, está claro que em profissões que vão daquelas relacionadas à gastronomia, passando pela área da saúde e chegando à aquelas relacionadas ás áreas jurídicas e contábeis, para o futuro, vislumbramos muitas transformações. E desemprego, é claro. O que fazer? Claro, também está que não é possível ser correto, ou melhor, preciso, nas afirmações. Porém, estudar, acumular conhecimento, parece ser o melhor caminho. Esse artigo do The Guardian, é revelador, citando áreas e seus percentuais de risco, para o futuro. Bem, se o futuro é incerto, uma coisa, podemos afirmar: aprender a ler inglês, ajudará bastante! Acesse o artigo, também, por aqui https://www.theguardian.com/us-news/2017/jun/26/jobs-future-automation-robots-skills-creative-health

Como a experiência pode ser estratégica

 

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O grande problema, no mundo dos negócios, é que, em tempos de crises, as mentes ficam menos sensíveis às oportunidades.

É interessante lembrar que, se, da palavra CRISE, extrairmos o ‘S’, ficamos com CRIE. Então, ser criativo é  – também – buscar alternativas para manter-se em movimento, ativo, e, por que não, com ânimo.

Construir um ambiente positivo, pode incluir vários fatores. O compartilhamento pode significar a criação de uma esfera propícia.

É inegável a importância do vinho, como um agregador social. Certamente, questões éticas estão envolvidas. Mas, para os que insistem em ver o copo meio vazio, em vez de meio cheio, lembro que, se há algum problema, ele não está no vinho, nas nas cabeças. Aí, cada cabeça é uma sentença.

O que você pensa a respeito? Vamos criar oportunidades?

Quando vamos mudar?

Decisões, sobre decisões, e continuamos errando. Temos o desrespeito em nosso DNA. A falta de preocupação com o próximo, é uma realidade. E não adianta alegar que ‘somos um  povo jovem’. Os E.U.A. tem a mesma idade da nossa.

Se não aprendermos com as últimas duras lições de vida (greve de caminhoneiros, questões econômicas, corrupção política, problemas ma Saúde etc), não haverá mais chance para nós.

Outro exemplo: a escolha sobre nosso modelo de transporte. Apostamos errado. Em vez de um modal múltiplo, centralizamos, ou melhor, apostamos, no transporte rodoviário. Poluente, custoso e ineficiente, além de todos o riscos que pode apresentar em transportes de cargas perigosas.

Nem considero que haja um modelo único. Não é isso. A questão é de ter opções, quando elas forem necessárias.

Transportes ferroviários em larga escala, para cargas e passageiros, por exemplo. Em São Paulo, temos os Rios Tietê e Pinheiros, que formam um verdadeiro anel, no entorno da cidade. Por quê, não desassorear e tornar esse canal, navegável?

Vemos que, ainda hoje, a opção para projetos de transporte de massa, recai sobre transportes do tipo BRT – que surgiu como importante solução, nos projetos de Curitiba. O problema é que está sendo proposto como uma panacéia. lembro-me que, há muito tempo, alegaram que os bondes atrapalhavam a circulação de veículos. Por isso, deveriam ser aniquilados. Isso foi feito. Hoje temos cidades de primeiro mundo, nas quais os VLT são verdadeiros atrativos urbanos. Não poluem, tem custo de implantação mais alto, sim. Mas, a relação custo x benefício, pende para o vantajoso.

Nossa engenharia, certamente, é mais capaz. Capaz de NÃO FAZER porcarias como as juntas de dilatação do tampão do Tamanduateí: aberrações urbanas.

VLT em Zaragoza, Espanha (Tranvia), nas duas primeiras fotos. Na última foto, Trem AVE, de alta velocidade, que sai de Madri e vai para a França, passando por Zaragoza e Barcelona. Transportes limpos, seguros, não-poluentes…

Ferramentas de aprendizagem

Há tempos venho aplicando recursos pedagógicos, buscando maior envolvimento das turmas dos Cursos Superiores de Tecnologia, principalmente, em Marketing – o qual coordeno.

Essa busca, vem de algumas constatações: 1. dificuldades do corpo discente, em acompanhar as aulas – quer por questões de aprendizados anteriores, quer por cansaço, uma vez que muitos trabalham, durante o dia; 2. faltavam recursos e estratégias, para envolver e motivar mais os jovens; 3. percebi uma forte necessidade de reverter a condição de um professor que ensina, para a condição de um professor que acompanhe a criação do aluno – ele (aluno) sendo o protagonista, não eu.

Uma outra preocupação muito presente, sempre foi a de não ‘baixar a guarda’, quando a questão é a qualidade do processo de trocas. Ceder, em nome da facilitação – pura e simples – não está em cogitação. O foco é: como melhorar o aprendizado. O futuro dos jovens – com todas as mazelas que se possam constatar – é uma grande responsabilidade.

Compartilhando as ferramentas (baixe os arquivos, ao final do texto)

Por isso – e ciente que o processo é contínuo – gostaria de aproveitar e compartilhar alguns recursos que estou aplicando para o curso de Marketing, nos módulos Marketing Holístico e em Comportamento do Consumidor.

Certamente, em cada caso, haverá necessidade de adequações. Mas, é um ponto de partida, que pode/deve ser adaptado, se quiserem.

A ideia é que os alunos envolvam-se com os conceitos e trabalhem com projetos. Os projetos proporcionam uma melhor noção de algo que dependa da contribuição de várias partes e etapas. Isso provoca um maior interesse de cada grupo, no conteúdo dos demais, visto que o todo só fará sentido, se as partes forem conhecidas.

As ‘ferramentas’ são bem simples, e, compreensíveis. Mas, caso haja necessidade, podemos esclarecer dúvidas. Então seguem anexos os arquivos que aplico, no momento.

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Mas… que coisas são essas?

Está gostoso, curtir um feriadão? Se ainda estiver em férias, melhor ainda, certo?

Você está empregado(a)? Se estiver, que bom. Mas, se não estiver, a situação é preocupante, possivelmente. No Brasil, no último ano, o mercado de trabalho decresceu em mais de 20k vagas.

E o futuro? Dependendo de sua profissão, as possibilidades podem ser boas – ou porque não será tão impactada pelas tecnologias, ou porque os impactos serão absorvíveis, e você estará preparado(a). Mas, se sua profissão for uma dessas a ser fortemente impactada pelas tecnologias, meu caro(a), eu esqueceria o chopinho, a praia, as férias tranquilas, e me preocuparia com o futuro. Na verdade, essa preocupação, já é presente, em muitas situações.

O pior parece estar acontecendo, claramente, no nosso país: os jovens não estão sendo preparados adequadamente – do berço ao ensino médio – causando sérias dificuldades no ambiente universitário. Ao estar num momento de receber conhecimentos mais técnicos, e de altos níveis, buscando seu preparo em áreas que escolheu, esse jovem não consegue assimilar os conhecimentos. Apresenta grandes dificuldades de leitura, de escrita, de interpretação, de lógica e vai por aí.

Imaginem o futuro

Com frequência, ouço comentários, vindos de empresários e gestores, a respeito do despreparo e dos baixos níveis de interesse e de comprometimento dos jovens estagiários. A maioria procura emprego, mas não trabalho.

O gestor, que pensa em preparar um jovem para assumir postos de mais altos níveis, tem muita dificuldadade, pois, esse jovem, nem mesmo quer ficar muito tempo no emprego.

A IoT (Internet of Things – Internet das Coisas) – que já é realidade em muitos outros países (América do Norte, Europa e Ásia, principalmente), estará varrendo muitos empregos.

Ah, então a tecnologia é do mal. A resposta, claro, é NÃO. Do mal, é a preguiça de estudar e de trabalhar, de buscar conhecimento, de não planejar o futuro. De achar que a vida é só curtição.

A hora chegou. A nova onda já está impactando as pessoas, mesmo no Brasil. A tecnologia facilitará nossas vidas em muitos aspectos. Porém, criará muitas dificuldades, em outros. Como no preparo para usufruirmos dela. Ou a compreendemos, ou seremos meros consumidores e pagadores (se tivermos dinheiro para isso). O abismo entre os que podem e os que não podem, deverá estar aberto. Muitos estarão lá, simplesmente por opção. Acham que o esforço não vale a pena. Tardiamente, se arrependerão.

Quando veículos não estiverem dependendo de radares para serem multados, muitos irão reclamar, esquecendo que, para multar, uma infração foi cometida. A questão é que, sem a necessidade de radares, os veículos portarão chips que emitirão sinais. Esses sinais serão captados por satélites (isso já é feito pelos smartphones conectados com GPS). Quando você ultrapassar os limites locais, o sinal é captado, e você será multado(a). Fique tranquilo(a). A cobrança virá, comodamente, em seu cartão de crédito.

No vídeo indicado no link, você poderá conhecer um pouco sobre IoT.

Ah, você dirá: mas eu não sei inglês. Eu direi a você: que pena! Já é hora de aprender.

O futuro das coisas

Por que me importar com isso? 

 

Caçando trufas negras

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Já pensaram: um tour com cães caçadores de trufas negras, complementado com vinhos de ótima qualidade?

Pois é. É época de caças às trufas, na Espanha. Em Aragon, onde fica Zaragoza, a La Zarola está promovendo o evento. Clique e saiba mais

Já tive a oportunidade de fazer um curso de culinária nessa escola. O pessoal é muito bacana, e sério.

Uma pena que, quando estive lá (outubro 2017), não era período propício para encontrar esse tubérculo. Seria uma aventura e tanto.

Movimentar-se em Zaragoza, ES

Procurei muito, até que encontrei: um mapa de Zaragoza que tivesse inserido – diretamente nele – a rota do Tranvia. Esse é o mais prático, limpo e seguro (se bem que os demais meios também são excelentes), meio de locomoção na cidade. Rápido, eficiente e corta uma rota muito importante para quem precisa movimentar-se pela cidade. Da última vez, nosso grupo ficou dividido, em hotéis diferentes. Agora, estou procurando um hotel, mesmo distante do centro nevrálgico (Plaza Spaña e El Tubo), mas de fácil acesso. Por isso, encontrar um mapa (não apenas a rota), com a rota inserida, foi muito legal. Daí, eu compartilhar a dica. Primeiro, o mapa da Linha 1 (só consegui o link, mas é a principal linha central), depois o da Linha 5

Aulas dinâmicas

Onde podemos encontrar soluções para o dilema educacional?

Qual dilema? Concordo, há muitos: falta de uma política séria, verbas, excesso de corrupção… mi mi mi mi

Estou falando daquelas mais terrenas: falta de base, falta de vontade de ler e de estudar, excesso de desvio de atenção na sala de aula, etc.

Acho que, tomar por base a situação da Finlândia – padrão global de Educação – seja uma boa.

Para não estender demais o papo, vou logo na dica para DINAMIZAR AS AULAS de maneira excepcional.

Conheça o recurso que permite você (docente), criar as mais variadas possibilidades de aprendizado. Vale tudo. O limite está em você. Conheça o Seppo (videos, tutoriais e tudo o mais, no link).

Semântica da crise

De um lado, população: desemprego em massa. Atingindo a absurda taxa de 13% (superando os 15% no Rio de Janeiro).

De outro lado: micro, pequenos, médios e grandes empresários com deficit de preenchimento de vagas.

Como assim? E a tal crise de emprego?

Ela realmente existe. A questão focal, está na causa. Ou, melhor, numa delas. Afinal, além das questões econômicas – que tiveram várias outras origens – há uma questão que representa a real dificuldade do preenchimento das vagas disponíveis: COMPETÊNCIAS e HABILIDADES.

Vich!

Tem muita gente procurando ‘emprego’, mas, não ‘trabalho’.

Entram na empresa e já querem saber das férias, quando será o aumento de salário, quantos dias levará para assumir a gerência – ou a diretoria, melhor ainda. Só se esquecem de dar resultados.

Estudar? Ler? ‘Perder’ um fim-de-semana estudando, fazendo um trabalho da facul? Que que é isso? Isso não é vida. Imagina ter que ler um texto com mais de dois parágrafos. Um absurdo. Essa escola tinha que ser processada.

O imediatismo (afinal tudo pode ser resolvido com um apertar de botão, não é assim?),  leva a imaginar que não se deva investir esforços para um preparo e um (urghh) amadurecimento do aprendizado.

Gente: empresa nenhuma paga salários, ou dá emprego. Ela compra seu trabalho. Seu trabalho é seu seu serviço, seu produto. Se ele é bom, a empresa compra. Se não é bom, ou é desnecessário, deixa de compra-lo.

Em algum lugar, li algo, que pelo que me lembro, foi dito por Bill Gates. E é verdade. Há muita gente revoltada, cheia de direitos, esbravejando contra isso ou aquilo. Reivindicando cota pra isso e pra aquilo. BG, então disse: antes de sair querendo consertar o mundo, reflita: você já arrumou sua cama, seu quarto, hoje?