Tempos modernos

Recebi esse texto de um amigo de um grupo comum. Achei sensacional e resolvi compartilhar aqui.

Como explicar sobre gravidez para uma criança do século XXI, quando abelhas, flores, sementes, cegonha já estão fora de moda?

O filho pergunta pro pai:
– Pai, como eu nasci?
– Pois bem, meu filho, um dia sabia que falaríamos disso, então vou explicar o que você precisa saber: Um dia, papai e mamãe se conectaram no facebook e ficaram amigos. Papai mandou um tweet convidando sua mãe para ir a um cybercafé. Descobrimos que tínhamos muitos links e likes em comum e nos entendíamos muito bem.
Quando não estávamos no laptop, conversávamos pelo Whats e skype . E fomos dando mais likes, até que certo dia decidimos compartilhar nossos arquivos. O papai introduziu seu pendrive na porta USB da mamãe. Quando o download dos arquivos começou, percebemos que havíamos esquecido do software de segurança e que não tínhamos firewall nem filtro de snapchat.
Já era tarde para cancelar o download e foi impossível apagar os arquivos, gerando a mensagem “INSTALAÇÃO REALIZADA COM SUCESSO”.
Com isso as notificações mensais da sua mãe pararam de chegar e nove meses depois você apareceu como novo contato de usuário, solicitando login e senha.

Autor desconhecido

Na empresa ou na escola? O que importa é mudar a visão. Então o certo é: na empresa E na escola.

O futuro incerto, provoca intensa necessidade de aprendizado contínuo e inovador. É necessário que os gestores mudem suas visões de mercado. Fazer mais do mesmo, não leva nenhuma empresa a ter diferenciais e ser competitiva. É preciso empatia.

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O que acontecerá com as profissões, no futuro!

Certamente, a dificuldade reside nas previsões. Porém, está claro que em profissões que vão daquelas relacionadas à gastronomia, passando pela área da saúde e chegando à aquelas relacionadas ás áreas jurídicas e contábeis, para o futuro, vislumbramos muitas transformações. E desemprego, é claro. O que fazer? Claro, também está que não é possível ser correto, ou melhor, preciso, nas afirmações. Porém, estudar, acumular conhecimento, parece ser o melhor caminho. Esse artigo do The Guardian, é revelador, citando áreas e seus percentuais de risco, para o futuro. Bem, se o futuro é incerto, uma coisa, podemos afirmar: aprender a ler inglês, ajudará bastante! Acesse o artigo, também, por aqui https://www.theguardian.com/us-news/2017/jun/26/jobs-future-automation-robots-skills-creative-health

Como a experiência pode ser estratégica

 

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O grande problema, no mundo dos negócios, é que, em tempos de crises, as mentes ficam menos sensíveis às oportunidades.

É interessante lembrar que, se, da palavra CRISE, extrairmos o ‘S’, ficamos com CRIE. Então, ser criativo é  – também – buscar alternativas para manter-se em movimento, ativo, e, por que não, com ânimo.

Construir um ambiente positivo, pode incluir vários fatores. O compartilhamento pode significar a criação de uma esfera propícia.

É inegável a importância do vinho, como um agregador social. Certamente, questões éticas estão envolvidas. Mas, para os que insistem em ver o copo meio vazio, em vez de meio cheio, lembro que, se há algum problema, ele não está no vinho, nas nas cabeças. Aí, cada cabeça é uma sentença.

O que você pensa a respeito? Vamos criar oportunidades?

VINIGMA: scape room para apreciadores de vinhos.

A onda dos scape rooms, agora invade o mundo dos apreciadores de vinhos: VINIGMA . Lançado na Espanha (tomara que alguma importadora o traga em breve, para o Brasil), o jogo é contido nas embalagens, na garrafa, no  próprio vinho. Para jogos de empresas, para degustações, o vinho passa a ter ainda mais atrativos para tornar a bebida (na verdade um alimento), mais social. As empresas, aliás, podem otimizar bastante seus relacionamentos e seus negócios, tornando o vinho um componente das experiências de seus stakeholders.  Os autores do jogo, são grandes e experientes profissionais (Ivan Tapia, Xevi Victori e Narcis Lupon). Acesse o link e saiba mais.

Que #adega comprar?

Recentemente, um grande amigo trouxe-me essa pergunta. Após algumas considerações, pudemos concluir por um modelo ideal para seu ambiente.

Nos períodos atuais, acontecem alguns fenômenos estranhos: certamente estamos no período mais apropriado para consumo de vinhos (tintos principalmente), qual seja o do início de inverno.

Portanto, é normal a procura por uma bebida mais social, convidativa e que una as pessoas. Isso é o vinho.

Entretanto, é no frio que menos precisamos de um dispositivo para resfriar a bebida. Sem que – com isso – esteja afirmando que não seja necessário, o resfriamento maior. Certamente isso é muito importante e, vamos além: faz-se necessário um descanso, da bebida, antes de abri-la. Esse repouso em temperaturas baixas/medias, é fundamental.

Acontece que, apesar desse estranho contrastes comportamental, o maior interesse ela bebida, leva as pessoas a buscar mais informações e recursos que envolvam o tema. Um maior interesse pelo vinho, leva a um maior aprofundamento sobre as coisas que o envolvem. Por isso, há inclusive, uma maior procura por adegas, justamente durante o inverno.

Por isso, resolvi, não reinventando a roda, trazer um link de uma ótima publicação sobre esse tema. Vale a pena. Há muita orientação boa, para você que queira, ou está pensando em, saber mais sobre adegas para vinhos: #Revista Adega. Boa leitura.

Quando vamos mudar?

Decisões, sobre decisões, e continuamos errando. Temos o desrespeito em nosso DNA. A falta de preocupação com o próximo, é uma realidade. E não adianta alegar que ‘somos um  povo jovem’. Os E.U.A. tem a mesma idade da nossa.

Se não aprendermos com as últimas duras lições de vida (greve de caminhoneiros, questões econômicas, corrupção política, problemas ma Saúde etc), não haverá mais chance para nós.

Outro exemplo: a escolha sobre nosso modelo de transporte. Apostamos errado. Em vez de um modal múltiplo, centralizamos, ou melhor, apostamos, no transporte rodoviário. Poluente, custoso e ineficiente, além de todos o riscos que pode apresentar em transportes de cargas perigosas.

Nem considero que haja um modelo único. Não é isso. A questão é de ter opções, quando elas forem necessárias.

Transportes ferroviários em larga escala, para cargas e passageiros, por exemplo. Em São Paulo, temos os Rios Tietê e Pinheiros, que formam um verdadeiro anel, no entorno da cidade. Por quê, não desassorear e tornar esse canal, navegável?

Vemos que, ainda hoje, a opção para projetos de transporte de massa, recai sobre transportes do tipo BRT – que surgiu como importante solução, nos projetos de Curitiba. O problema é que está sendo proposto como uma panacéia. lembro-me que, há muito tempo, alegaram que os bondes atrapalhavam a circulação de veículos. Por isso, deveriam ser aniquilados. Isso foi feito. Hoje temos cidades de primeiro mundo, nas quais os VLT são verdadeiros atrativos urbanos. Não poluem, tem custo de implantação mais alto, sim. Mas, a relação custo x benefício, pende para o vantajoso.

Nossa engenharia, certamente, é mais capaz. Capaz de NÃO FAZER porcarias como as juntas de dilatação do tampão do Tamanduateí: aberrações urbanas.

VLT em Zaragoza, Espanha (Tranvia), nas duas primeiras fotos. Na última foto, Trem AVE, de alta velocidade, que sai de Madri e vai para a França, passando por Zaragoza e Barcelona. Transportes limpos, seguros, não-poluentes…

Como tudo é bom, na Toscana…

Aprendi a fazer, e não paro de repetir: cantucci. Oh, biscoitinho danado de gostoso. E fácil de fazer.  Vejam nas fotos, a fornada saindo.

Outras coisas boas de lá: esse Amarone. Fomos conhecer ótimas vinícolas. O berço dos Chianti, dos Brunellos premiados. Eu não tenho inclinações para os vinhos italianos – nem franceses. Mas, confesso, que aprendi a apreciar melhor essas delícias. Também, conhecendo o berço, é diferente.20180607_235506

Em Greve in Chianti, visitamos uma lojinhas e, além da camiseta, trouxe esse dispositivo que, agora, permite que eu fique com as mãos livres, sem perder minha taça. 20180530_100833

Etapa 1: aprender e compartilhar, sempre – sob o sol da Toscana e com as tradições do Chianti

Mas, antes, as aventuras do tin-tin – com muitas emoções.

Antes da chegada ao nosso destino (Firenze), ainda haveria muitas emoções. Nossa conexão, em Frankfurt, com apenas 1h15′ de intervalo, certamente não aconteceu. Perdemos o vôo e, assim, tivemos que pernoitar ali. Hoteis do aeroporto, todos lotados. Chovia, os ânimos locais, estavam um tanto alterados, percebia-se.

Recomendação forte: jamais faça conexão com intervalo menor que 3h – principalmente de for em Frankfurt, um aeroporto descomunalmente grande.

Após a noitada na cidade alemã, acordamos e fomos para o aeroporto, novamente, fazendo os check in com destino a Firenze. Embarcamos e, descendo em Firenze, um dos casais amigos, acabou ficando sem uma das malas.

Bem, tínhamos que conhecer e aproveitar os primeiros dias dessa encantadora região. O Duomo, o Batistério, tudo encanta. Como tem gente, ufa! Vai tomar um café? Fique no balcão, se não, o preço na mesa, é outro.

O Duomo e o Batistério: antigamente, ninguém – que não fosse batizado – poderia entrar na igreja, portanto, deveria antes, ser batizado e, depois ter acesso. Daí, haver o batistério em frente à igreja.

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Num outro ponto da cidade, a Ponte Vecchia, local de intenso comércio de jóias20180414_193333

De perrenge em perrenge, conhecíamos a Toscana

Marcando com a agência de turismo, o local para saída à Pisa – a Estação de trens, em frente à farmácia. Espera, espera, corre daqui, corre dali, nada. Perdemos o passeio. Depois de tanta insistência do Cláudio –  um agenciador de turistas que fica na Estação – acabamos por contratar seus serviços, com uma van de 8 lugares. Eramos em 12, portanto, tivemos que alugar mais um carro.

Confesso que não confiei muito, inicialmente, nas ofertas do Cláudio, mas, enganei-me completamente. Ele é um excelente profissional. Muito solícito, educado e prestativo. Recuperou nosso passeio, com honras ao mérito.

Fomos  a Pisa, Lucca – a cidade amuralhada e a Pistoia.20180415_122753

A primeira vinícola: Villa Calcinaia, ótimos vinhos (Greti, Florença)

Produção totalmente orgânica. Iniciamos com ótimos petiscos e excelentes vinhos. Nos campos, os ciprestes davam o tom poético.

 

 

 

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Castelo di Brolio: berço do Chianti mais antigo da Itália.

Recebidos por uma guia do castelo, argentina – o que facilitou o entendimento da língua – percorremos pelo castelo secular, onde muitas batalhas foram travadas, envolvendo os povos de Florença e de Siena. Não me conformo de ter que trabalhar, diariamente, num cenário desses. Ser medieval não é fácil.

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Aos pés da colina – certamente o local estratégico para construção do Castelo di Brolio – fomos ao ‘sacrifício’: degustar os chianti mais antigos da Itália, antes do almoço. Depois da degustação, seguimos para o ótimo restaurante, onde experimentei um muffin de cenoura, ao môlho de gorgonzola, dos deuses.

 

 

 

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Profissões no futuro

Estou convicto de que, cada vez menos irá pesar no futuro dos jovens, a decisão antecipada a respeito de suas profissões.

Dedicar tempo, dinheiro e esforços em profissões que – dentro de pouco tempo – estarão extintas, é uma questão que MERECE REFLEXÃO. Eu sei, essa é uma das maiores dificuldades dos jovens:  refletir. Tudo ‘deve’ ser imediato.  Mas, hoje – e pensando em seus próprios futuros – é vital, parar um pouco e pensar sobre isso.

Infelizmente, o jovem não considera tais riscos. Quer curtir a praia, as baladas, o momento presente. Todavia, o futuro do emprego (para não dizer, do trabalho), é tenebroso. Cada vez menos trabalho, para o ser humano, e mais espaço mara os robos.

Sempre lembro que, nenhuma empresa paga salários, mas, compra seu trabalho. Os excessos de exigências de direitos trabalhistas, levou muitas indústrias a se diluirem, em vez de se concentrar, formando clusters – o que, em tese, facilitaria as produções. Assim foi con a indústria automobilística. Modernizar-se, também possibilitou a fuga dessa situação, embora tenha provocado uma drástica redução nos empregos.

A máquina substituindo mão-de-obra humana

Da medicina às demais indústrias, os robos estão substituindo mão-de-obra humana. Nos escritórios de Contabilidade, de Direito, a Inteligência Artificial (com o Watson da IBM, por exemplo), estão e estarão cada vez mais, substituindo o ser humano. Claro, não é a profissão que estará desaparecendo, mas as atividades repetitivas relacionadas a ela. Uma automatização de muitas atividades rotineiras. (veja o estudo citado no vídeo, OSBORNE, M., bem como um video interessante, comentando sobre a polêmica causada a respeito de algumas reportagens falando da extinção de profissões)

O instrumento revolucionário e salvador: salve-se, se quiser!

Mas, há salvação: a criatividade e o conhecimento, são insubstituíveis. Nesse caso, as profissões relacionadas a esses fatores (como o Marketing, claro), parecem estar longe dos riscos contundentes dos desempregos.  No mínimo, lhe possibilitará raciocinar e buscar saídas, uma vez que tenha conhecimentos e jogo de cintura.

Então, como garantir que, se você optou ou quer optar por uma profissão, ela – e você – estejam livres dos fatores de risco (como da obsolescência da profissão)?

Quanto mais conhecimento e capacidade de raciocínio você tiver, maiores serão suas chances. Estudar, assimilar culturas, ampliar horizontes, ler, ler, ler.

Aqui está o melhor recurso para garantir seu futuro. A revolucionária saída para garantir sobrevivência. (clique)