O que é Design Thinking

Será que a criatividade é um dom exclusivo de alguns com algum privilégio mental?

Será que somente as grandes corporações estão aptas à inovação?

Para ambas as respostas – e tantas outras que somente criam barreiras – há somente uma afirmação: NÃO.

Nunca um ‘NÃO’ está sendo tão bem-vindo.

A criatitividade e a inovação, podem estar presentes em qualquer ambiente, ou em qualquer acossistema. Esse conceito começa a deixar o tema mais interessante por dois motivos:

  1. implica em sistemas nos quais haja vida;
  2. implica em vida, onde o ser humano esteja presente – e precisa dele.

A partir daqui, iniciamos o pensamento sobre a razão de ser do Design Thinking: o ser humano.

Precisa de definição? Veja a figura que mostra as Etapas de um processo de DT

DT para criatividadeProcesso

Então, significa que Design Thinking tem a haver com tudo o que possa ser pensado e realizado, com foco no ser humano. É um modo muito diferente de se pensar em produtos, simplesmente.

Na maioria das vezes, as organizações, lançam produtos sem imaginar suas reais necessidades – as dores dos usuários. Simplesmente veem oportunidades (sic), e aproveitam.

No processo de DT, cada etapa (dessas seis aí em cima), é profundamente desenvolvida, buscando uma vivência com os usuários, procurando identificar a melhor experiência (calçar os sapatos do outro).

A forma da solução, é algo que somente quase ao final do processo, começa a ser definida. Não deve ser pretensão do designer, definir a solução. Essa é uma definição do usuário. Por isso há uma tarefa de iteração (fazer e refazer melhor).

Nem mesmo, o processo de DT, é voltado somente para produtos, mas também para processos e outras ideias. Quando, numa organização, um departamento passa o resultado de uma etapa para outro (por exemplo: marketing para finanças), tem esse ‘outro’, como seu cliente. Aqui, pode haver oportunidades de criação de soluções. Essas soluções podem ser criadas a partir de processos de Design Thinking.

Na verdade, as organizações poderiam desenvolver melhor, internamente, suas necessidades de criatividade e inovação, se desenvolvessem mais seu próprio pessoal. Há um enorme potencial para isso. Afinal, é dentro delas que está o conhecimento sobre tudo o que elas fazem. Basta despertar essa criatividade em cada um, e potencializa-la para inovar.

Então, e dito isso, Design Thinking e uma abordagem que direciona suas ações para o ser humano. Busca soluções para o ser humano. As formas para essas soluções, são questões que devem ser desenvolvidas (esse é o processo, e, por isso as iterações).

Não se trata de ‘desenhar ideias’, ‘desenhar produtos’, ‘habilidades de desenhista’, blá, blá, blá. O foco não é o desenho, nem essa habilidade de desenhar.

É foco no ser humano, buscando soluções para o ser humano. Mesmo quando essa solução implica em desenvolver uma caminha confortável para o pet que você ama (rsrsrs).

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Criatividade e inovação dentro da organização

E se, em vez de investir altas somas na, também, arriscada possibilidade de tentar a contratação de uma consultoria externa, sua organização desenvolvesse o potencial dos colaboradores internos? Não faz mais sentido, isso?
Afinal, quem tem mais, e maior, conhecimento a respeito dos referenciais de produção e de qualidade da organização? Isso está dentro, ou está fora, da organização?
Os tempos são outros. Portanto, possivelmente, o necessário é:
1. dominar seu tronco cerebral, mais precisamente, seu cérebro reptiliano;
2. alternativamente, sair da sua atual zona de conforto;
Explico.
No primeiro caso, nosso cérebro reptiliano, nossa herança biológica, levam-nos a três possíveis reações, diante do medo – ou diante dos problemas: fugir, congelar ou lutar. Na média, costumamos ficar ‘congelados’ e transferir o problema para um ‘guru’ que possa ‘com sua visão isenta’, chegar, perceber e identificar a solução.
Isso até pode acontecer. Mas, a organização tem, e terá, problemas e necessidades de inovar, com frequências cada vez maiores. Nesse caso, deverá reservar parte de suas receitas para uma conta ‘Consultorias’, permanentes.
Uma alternativa é desenvolver habilidades criativas e inovadoras dentro de casa.
Isso é possível? Claro que sim.
Compreendendo que os comportamentos dos usuários e consumdores, está cada vez mais diferente, é preciso deixar de arriscar em novos produtos, buscando maior compreensão sobre as reais necessidades.
Contextualizar, imergir, compartilhar, vivenciar, experienciar são algumas das chaves dessa descobertas de oportunidades. E isso não é tarefa se suer-homens, ou super-mulheres.
Se você tem interesse em como isso pode ser feito, controle seu cérebro reptiliano e lute: https://forms.gle/xW5teAQiRqMdNBm1A
crise

Tempos modernos

Recebi esse texto de um amigo de um grupo comum. Achei sensacional e resolvi compartilhar aqui.

Como explicar sobre gravidez para uma criança do século XXI, quando abelhas, flores, sementes, cegonha já estão fora de moda?

O filho pergunta pro pai:
– Pai, como eu nasci?
– Pois bem, meu filho, um dia sabia que falaríamos disso, então vou explicar o que você precisa saber: Um dia, papai e mamãe se conectaram no facebook e ficaram amigos. Papai mandou um tweet convidando sua mãe para ir a um cybercafé. Descobrimos que tínhamos muitos links e likes em comum e nos entendíamos muito bem.
Quando não estávamos no laptop, conversávamos pelo Whats e skype . E fomos dando mais likes, até que certo dia decidimos compartilhar nossos arquivos. O papai introduziu seu pendrive na porta USB da mamãe. Quando o download dos arquivos começou, percebemos que havíamos esquecido do software de segurança e que não tínhamos firewall nem filtro de snapchat.
Já era tarde para cancelar o download e foi impossível apagar os arquivos, gerando a mensagem “INSTALAÇÃO REALIZADA COM SUCESSO”.
Com isso as notificações mensais da sua mãe pararam de chegar e nove meses depois você apareceu como novo contato de usuário, solicitando login e senha.

Autor desconhecido

Na empresa ou na escola? O que importa é mudar a visão. Então o certo é: na empresa E na escola.

O futuro incerto, provoca intensa necessidade de aprendizado contínuo e inovador. É necessário que os gestores mudem suas visões de mercado. Fazer mais do mesmo, não leva nenhuma empresa a ter diferenciais e ser competitiva. É preciso empatia.

DesignNegocios

O que acontecerá com as profissões, no futuro!

Certamente, a dificuldade reside nas previsões. Porém, está claro que em profissões que vão daquelas relacionadas à gastronomia, passando pela área da saúde e chegando à aquelas relacionadas ás áreas jurídicas e contábeis, para o futuro, vislumbramos muitas transformações. E desemprego, é claro. O que fazer? Claro, também está que não é possível ser correto, ou melhor, preciso, nas afirmações. Porém, estudar, acumular conhecimento, parece ser o melhor caminho. Esse artigo do The Guardian, é revelador, citando áreas e seus percentuais de risco, para o futuro. Bem, se o futuro é incerto, uma coisa, podemos afirmar: aprender a ler inglês, ajudará bastante! Acesse o artigo, também, por aqui https://www.theguardian.com/us-news/2017/jun/26/jobs-future-automation-robots-skills-creative-health

Como a experiência pode ser estratégica

 

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O grande problema, no mundo dos negócios, é que, em tempos de crises, as mentes ficam menos sensíveis às oportunidades.

É interessante lembrar que, se, da palavra CRISE, extrairmos o ‘S’, ficamos com CRIE. Então, ser criativo é  – também – buscar alternativas para manter-se em movimento, ativo, e, por que não, com ânimo.

Construir um ambiente positivo, pode incluir vários fatores. O compartilhamento pode significar a criação de uma esfera propícia.

É inegável a importância do vinho, como um agregador social. Certamente, questões éticas estão envolvidas. Mas, para os que insistem em ver o copo meio vazio, em vez de meio cheio, lembro que, se há algum problema, ele não está no vinho, nas nas cabeças. Aí, cada cabeça é uma sentença.

O que você pensa a respeito? Vamos criar oportunidades?

VINIGMA: scape room para apreciadores de vinhos.

A onda dos scape rooms, agora invade o mundo dos apreciadores de vinhos: VINIGMA . Lançado na Espanha (tomara que alguma importadora o traga em breve, para o Brasil), o jogo é contido nas embalagens, na garrafa, no  próprio vinho. Para jogos de empresas, para degustações, o vinho passa a ter ainda mais atrativos para tornar a bebida (na verdade um alimento), mais social. As empresas, aliás, podem otimizar bastante seus relacionamentos e seus negócios, tornando o vinho um componente das experiências de seus stakeholders.  Os autores do jogo, são grandes e experientes profissionais (Ivan Tapia, Xevi Victori e Narcis Lupon). Acesse o link e saiba mais.

Que #adega comprar?

Recentemente, um grande amigo trouxe-me essa pergunta. Após algumas considerações, pudemos concluir por um modelo ideal para seu ambiente.

Nos períodos atuais, acontecem alguns fenômenos estranhos: certamente estamos no período mais apropriado para consumo de vinhos (tintos principalmente), qual seja o do início de inverno.

Portanto, é normal a procura por uma bebida mais social, convidativa e que una as pessoas. Isso é o vinho.

Entretanto, é no frio que menos precisamos de um dispositivo para resfriar a bebida. Sem que – com isso – esteja afirmando que não seja necessário, o resfriamento maior. Certamente isso é muito importante e, vamos além: faz-se necessário um descanso, da bebida, antes de abri-la. Esse repouso em temperaturas baixas/medias, é fundamental.

Acontece que, apesar desse estranho contrastes comportamental, o maior interesse ela bebida, leva as pessoas a buscar mais informações e recursos que envolvam o tema. Um maior interesse pelo vinho, leva a um maior aprofundamento sobre as coisas que o envolvem. Por isso, há inclusive, uma maior procura por adegas, justamente durante o inverno.

Por isso, resolvi, não reinventando a roda, trazer um link de uma ótima publicação sobre esse tema. Vale a pena. Há muita orientação boa, para você que queira, ou está pensando em, saber mais sobre adegas para vinhos: #Revista Adega. Boa leitura.

Quando vamos mudar?

Decisões, sobre decisões, e continuamos errando. Temos o desrespeito em nosso DNA. A falta de preocupação com o próximo, é uma realidade. E não adianta alegar que ‘somos um  povo jovem’. Os E.U.A. tem a mesma idade da nossa.

Se não aprendermos com as últimas duras lições de vida (greve de caminhoneiros, questões econômicas, corrupção política, problemas ma Saúde etc), não haverá mais chance para nós.

Outro exemplo: a escolha sobre nosso modelo de transporte. Apostamos errado. Em vez de um modal múltiplo, centralizamos, ou melhor, apostamos, no transporte rodoviário. Poluente, custoso e ineficiente, além de todos o riscos que pode apresentar em transportes de cargas perigosas.

Nem considero que haja um modelo único. Não é isso. A questão é de ter opções, quando elas forem necessárias.

Transportes ferroviários em larga escala, para cargas e passageiros, por exemplo. Em São Paulo, temos os Rios Tietê e Pinheiros, que formam um verdadeiro anel, no entorno da cidade. Por quê, não desassorear e tornar esse canal, navegável?

Vemos que, ainda hoje, a opção para projetos de transporte de massa, recai sobre transportes do tipo BRT – que surgiu como importante solução, nos projetos de Curitiba. O problema é que está sendo proposto como uma panacéia. lembro-me que, há muito tempo, alegaram que os bondes atrapalhavam a circulação de veículos. Por isso, deveriam ser aniquilados. Isso foi feito. Hoje temos cidades de primeiro mundo, nas quais os VLT são verdadeiros atrativos urbanos. Não poluem, tem custo de implantação mais alto, sim. Mas, a relação custo x benefício, pende para o vantajoso.

Nossa engenharia, certamente, é mais capaz. Capaz de NÃO FAZER porcarias como as juntas de dilatação do tampão do Tamanduateí: aberrações urbanas.

VLT em Zaragoza, Espanha (Tranvia), nas duas primeiras fotos. Na última foto, Trem AVE, de alta velocidade, que sai de Madri e vai para a França, passando por Zaragoza e Barcelona. Transportes limpos, seguros, não-poluentes…

Como tudo é bom, na Toscana…

Aprendi a fazer, e não paro de repetir: cantucci. Oh, biscoitinho danado de gostoso. E fácil de fazer.  Vejam nas fotos, a fornada saindo.

Outras coisas boas de lá: esse Amarone. Fomos conhecer ótimas vinícolas. O berço dos Chianti, dos Brunellos premiados. Eu não tenho inclinações para os vinhos italianos – nem franceses. Mas, confesso, que aprendi a apreciar melhor essas delícias. Também, conhecendo o berço, é diferente.20180607_235506

Em Greve in Chianti, visitamos uma lojinhas e, além da camiseta, trouxe esse dispositivo que, agora, permite que eu fique com as mãos livres, sem perder minha taça. 20180530_100833