Inovar não deve ser privilégio, mas, possibilidade e iniciativa.

Finalmente, a automatização de processos por meio de recursos tecnológicos, está disponível e acessível a pequenos e médios negócios.

Há muitas operações que, por serem repetitivas e requererem

 

muitas buscas para classificação, ordenação, deliberação etc, causam fadiga e aborrecimentos – se não, muitos erros de processamentos. Mesmo quando usamos planilhas (como Excel), ou outros sistemas (que via de regra não se conversam), muitas tarefas acabam causando desperdícios de talentos, de funcionários que poderiam ser aproveitados para tarefas mais criativas.

Aqui, surgem as possibilidades de aplicação da tecnologia RPA (Robotic Process Automation), ou automação robótica de processos.

Não fique aí, achando que isso não seja para você – ou para sua organização, só porque parece ser inatingível. Não perca oportunidades pelo simples fato de desconhece-las.

Também, não imagine que há necessidade de instalação de robozinhos, ou robozões físicos, tomando espaços em suas instalações. Calma: os robôs são sistemas digitais instalados em servidores que trabalham integrando as operações.

São muitas as possibilidades de integrar sistemas que não se conversam. De integrar tarefas que tomam muito tempo dos funcionários e que não são, por isso, tão produtivas.

E o melhor: não implica em aumento, mas, em diminuição de custos. Vários custos são reduzidos.

Por tantas vantagens, podemos afirmar que: não há compromisso para compreender e iniciar uma implementação. Basta que você tente conhecer. Inicie a implementação. Somente então, após tudo estar apresentando resultados, vamos conversar sobre a relação custo x benefícios, para que você avalie e decida.

Nada pode dar certo sem haver confiança. Assim, conheça primeiro para depois julgar. Então, vamos lá? Chame 11 996 296 279 – Laércio e vamos fazer uma apresentação. Como dissemos, sem compromissos.

O que é Design Thinking

Será que a criatividade é um dom exclusivo de alguns com algum privilégio mental?

Será que somente as grandes corporações estão aptas à inovação?

Para ambas as respostas – e tantas outras que somente criam barreiras – há somente uma afirmação: NÃO.

Nunca um ‘NÃO’ está sendo tão bem-vindo.

A criatitividade e a inovação, podem estar presentes em qualquer ambiente, ou em qualquer acossistema. Esse conceito começa a deixar o tema mais interessante por dois motivos:

  1. implica em sistemas nos quais haja vida;
  2. implica em vida, onde o ser humano esteja presente – e precisa dele.

A partir daqui, iniciamos o pensamento sobre a razão de ser do Design Thinking: o ser humano.

Precisa de definição? Veja a figura que mostra as Etapas de um processo de DT

DT para criatividadeProcesso

Então, significa que Design Thinking tem a haver com tudo o que possa ser pensado e realizado, com foco no ser humano. É um modo muito diferente de se pensar em produtos, simplesmente.

Na maioria das vezes, as organizações, lançam produtos sem imaginar suas reais necessidades – as dores dos usuários. Simplesmente veem oportunidades (sic), e aproveitam.

No processo de DT, cada etapa (dessas seis aí em cima), é profundamente desenvolvida, buscando uma vivência com os usuários, procurando identificar a melhor experiência (calçar os sapatos do outro).

A forma da solução, é algo que somente quase ao final do processo, começa a ser definida. Não deve ser pretensão do designer, definir a solução. Essa é uma definição do usuário. Por isso há uma tarefa de iteração (fazer e refazer melhor).

Nem mesmo, o processo de DT, é voltado somente para produtos, mas também para processos e outras ideias. Quando, numa organização, um departamento passa o resultado de uma etapa para outro (por exemplo: marketing para finanças), tem esse ‘outro’, como seu cliente. Aqui, pode haver oportunidades de criação de soluções. Essas soluções podem ser criadas a partir de processos de Design Thinking.

Na verdade, as organizações poderiam desenvolver melhor, internamente, suas necessidades de criatividade e inovação, se desenvolvessem mais seu próprio pessoal. Há um enorme potencial para isso. Afinal, é dentro delas que está o conhecimento sobre tudo o que elas fazem. Basta despertar essa criatividade em cada um, e potencializa-la para inovar.

Então, e dito isso, Design Thinking e uma abordagem que direciona suas ações para o ser humano. Busca soluções para o ser humano. As formas para essas soluções, são questões que devem ser desenvolvidas (esse é o processo, e, por isso as iterações).

Não se trata de ‘desenhar ideias’, ‘desenhar produtos’, ‘habilidades de desenhista’, blá, blá, blá. O foco não é o desenho, nem essa habilidade de desenhar.

É foco no ser humano, buscando soluções para o ser humano. Mesmo quando essa solução implica em desenvolver uma caminha confortável para o pet que você ama (rsrsrs).

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Criatividade e inovação dentro da organização

E se, em vez de investir altas somas na, também, arriscada possibilidade de tentar a contratação de uma consultoria externa, sua organização desenvolvesse o potencial dos colaboradores internos? Não faz mais sentido, isso?
Afinal, quem tem mais, e maior, conhecimento a respeito dos referenciais de produção e de qualidade da organização? Isso está dentro, ou está fora, da organização?
Os tempos são outros. Portanto, possivelmente, o necessário é:
1. dominar seu tronco cerebral, mais precisamente, seu cérebro reptiliano;
2. alternativamente, sair da sua atual zona de conforto;
Explico.
No primeiro caso, nosso cérebro reptiliano, nossa herança biológica, levam-nos a três possíveis reações, diante do medo – ou diante dos problemas: fugir, congelar ou lutar. Na média, costumamos ficar ‘congelados’ e transferir o problema para um ‘guru’ que possa ‘com sua visão isenta’, chegar, perceber e identificar a solução.
Isso até pode acontecer. Mas, a organização tem, e terá, problemas e necessidades de inovar, com frequências cada vez maiores. Nesse caso, deverá reservar parte de suas receitas para uma conta ‘Consultorias’, permanentes.
Uma alternativa é desenvolver habilidades criativas e inovadoras dentro de casa.
Isso é possível? Claro que sim.
Compreendendo que os comportamentos dos usuários e consumdores, está cada vez mais diferente, é preciso deixar de arriscar em novos produtos, buscando maior compreensão sobre as reais necessidades.
Contextualizar, imergir, compartilhar, vivenciar, experienciar são algumas das chaves dessa descobertas de oportunidades. E isso não é tarefa se suer-homens, ou super-mulheres.
Se você tem interesse em como isso pode ser feito, controle seu cérebro reptiliano e lute: https://forms.gle/xW5teAQiRqMdNBm1A
crise

Tempos modernos

Recebi esse texto de um amigo de um grupo comum. Achei sensacional e resolvi compartilhar aqui.

Como explicar sobre gravidez para uma criança do século XXI, quando abelhas, flores, sementes, cegonha já estão fora de moda?

O filho pergunta pro pai:
– Pai, como eu nasci?
– Pois bem, meu filho, um dia sabia que falaríamos disso, então vou explicar o que você precisa saber: Um dia, papai e mamãe se conectaram no facebook e ficaram amigos. Papai mandou um tweet convidando sua mãe para ir a um cybercafé. Descobrimos que tínhamos muitos links e likes em comum e nos entendíamos muito bem.
Quando não estávamos no laptop, conversávamos pelo Whats e skype . E fomos dando mais likes, até que certo dia decidimos compartilhar nossos arquivos. O papai introduziu seu pendrive na porta USB da mamãe. Quando o download dos arquivos começou, percebemos que havíamos esquecido do software de segurança e que não tínhamos firewall nem filtro de snapchat.
Já era tarde para cancelar o download e foi impossível apagar os arquivos, gerando a mensagem “INSTALAÇÃO REALIZADA COM SUCESSO”.
Com isso as notificações mensais da sua mãe pararam de chegar e nove meses depois você apareceu como novo contato de usuário, solicitando login e senha.

Autor desconhecido

Design thinking de um jeito prático

Como interpretar as mudanças que estão acontecendo? Como lançar um produto (bens tangíveis ou serviços), diante de tanta concorrência, tanta competitividade e clientes cada vez mais exigentes. Essas são algumas realidades.

Ao longo dos tempos, tivemos várias ondas de mudanças.. Estamos vivenciando mais uma. Por enquanto, sobrevivemos a todas. Só que, não levamos em alta conta, as consequências de nossa indiferença por uma questão crucial: há limites para tudo.

Então, como sobreviver a essa onda?

É preciso compreender os reais problemas e, assim, identificar as reais necessidades. Pimba… aí estão as oportunidades: empatia.

É preciso mapear e alinhar as necessidades. Conversar, criar, iterar, testar, iterar… prototipar.

Nosso curso, é essencialmente prático. Você se envolverá numa jornada, do início ao fim, com atividades em grupos, compreendendo todos os processos e suas etapas.

São 4 sábados. Só que, estrategicamente, damos um breque após a primeira prática, para que você, e seu grupo, possam desenvolver adequadamente suas propostas de valor. Valida-la e, então, prosseguir.

Ah, eu já disse que você é criativa(o)? Não? Mas, é, sim. Não tenha dúvidas disso.

Então, venha compartilhar conosco. O curso, nessa oportunidade, acontecerá no campus da Fecap, na Av. Liberdade, em São Paulo, SP. bairro da Liberdade. Início em 18 de maio, das 9h às 16h. Inscreva-se pelo Portal da Fecap: http://extensao.fecap.br/?p=7057

Vinhos em alta

A descida da rodovia do Rio do Rastro

Viajar é muito bom. Viajar com Amigos, tomar bons vinhos, ah, aí, não tem medida. Pois, assim foi, mais uma vez, com o grupo de Amigos e associados da SBAV SP. Dessa vez, fomos em 31 pessoas, para visitar as Serras Catarinenses. Visitamos Florianópolis, Ribeirão da Ilha, Urubici, Bom Jardim, São Joaquim, Lauro Muller e adjacências. Degustamos bons vinhos de variedades inusitadas, para os padrões produzidos no Novo Mundo.

O restaurante Ostradamus, em Ribeirão da Ilha, Florianópolis: aprendemos a ‘molhar as palavras’.

A boa notícia, fica por conta das novidades que despontam como as variedades de uvas sendo experimentadas em solo brasileiro. da goethe (em Urussanga) à sangiovese (em São Joaquim e Bom Jardim). Sem falar em outra boa nova, que é o desenvolvido plantio de mirtilo, em Bom Jardim, processado pela empresa cooerativada Sanjo (de origem japonesa – e bem por isso, carregada de tecnologia). O grande volume de produção da Sanjo, fica por conta das maças – fomos agraciados com amostras deliciosas, fresquinhas. O capricho – e a seriedade – no processamento verificou-se pela obrigatoriedade do uso de jalécos, toucas e protetores bucais para os barbudos.

Linha – toda automatizada – da produção de maças, na Sanjo (indústria japonesa)

As vinícolas estão avançando muito seriamente, para uma produção de qualidade. Visitamos a Villa Francione – uma jóia de vinícola. Toda a plantação é protegida por cobertura de tela anti-granizo.

A vinícola Villa Francioni

Da Villa Francioni, partimos para outra jóia local: a Vinícola do Monte Agudo. Além da beleza local, a produção esmerada de seus vinhos, tornaram a estadia, muito apreciada por todos nós. A simpatia do Leônidas, o proprietário, fez com que todos sentissem o acolhimento catarinense, daqueles que se dedicam à produção de bons vinhos.

Vinícola do Monte Agudo, Bom Jardim, SC

MonteAgudo

 

Na empresa ou na escola? O que importa é mudar a visão. Então o certo é: na empresa E na escola.

O futuro incerto, provoca intensa necessidade de aprendizado contínuo e inovador. É necessário que os gestores mudem suas visões de mercado. Fazer mais do mesmo, não leva nenhuma empresa a ter diferenciais e ser competitiva. É preciso empatia.

DesignNegocios

O que acontecerá com as profissões, no futuro!

Certamente, a dificuldade reside nas previsões. Porém, está claro que em profissões que vão daquelas relacionadas à gastronomia, passando pela área da saúde e chegando à aquelas relacionadas ás áreas jurídicas e contábeis, para o futuro, vislumbramos muitas transformações. E desemprego, é claro. O que fazer? Claro, também está que não é possível ser correto, ou melhor, preciso, nas afirmações. Porém, estudar, acumular conhecimento, parece ser o melhor caminho. Esse artigo do The Guardian, é revelador, citando áreas e seus percentuais de risco, para o futuro. Bem, se o futuro é incerto, uma coisa, podemos afirmar: aprender a ler inglês, ajudará bastante! Acesse o artigo, também, por aqui https://www.theguardian.com/us-news/2017/jun/26/jobs-future-automation-robots-skills-creative-health

Melhor trabalho de análise crítica e resumo: a ecologia e o gestor de marketing

 

MELHOR TRABALHO

Ha cerca de um mês, propus às turmas do CST Marketing – 3º e 4º períodos, para que lesse um texto (em espanhol), compartilhado pelo colega Prof. Dr. Victor Peres, da USJ, Zaragoza, Espanha, pelo Twitter. Achei o tema muito interessante e, então, levei o desafio aos meus alunos: ler, interpretar e produzir um resumo do texto.

Essas duas turmas são excelentes. Alunos críticos e engajados. Assim foi que, dos trabalhos encaminhados, selecionei esse que ora apresento, com orgulho. A percepção do envolvimento dos alunos, com o desafio foi muito clara.

Para cumprir minha promessa, aqui está a divulgação do texto (com as devidas autorizações) e que, também, estarão em meu blog: conhecerprof.blog

SEGUE O TEXTO

Desde o início da existência humana o homem vem transformando o meio em que vive. As criações das civilizações e das grandes metrópoles são alguns exemplos disso, porém foi após a revolução industrial que essas mudanças se tornaram mais drásticas para o meio ambiente, atingimos níveis da poluição jamais imaginados, extinguimos animais, biomas, rios e até cidades foram evacuadas por conta desta poluição. Não obstante, apenas em meados do século XX um contra movimento denominado “Ecologia” surgiu para amenizar os efeitos negativos da nossa “evolução”.

Rinoceronte-branco, extinto em 2018. Wikipédia (2018).

MELHOR TRABALHOO ser humano causou catástrofes ecológicas que serviram de alerta para a sociedade, e a partir de então vem mudando lentamente sua visão ecológica. Grandes conferências como a Cúpula da Terra (1992) e a Cúpula de Kyoto (1997), tiveram como objetivos burocratizar e reduzir ao mínimo a sua emissão de poluentes. Porém não houve uma mudança drástica como era esperado, seja por falta de cláusulas nos acordos ou por conta das estratégias que grandes corporações utilizam transferindo suas fábricas de país.

Desastre do Golfo do México, explosão de plataforma de petróleo. G1 Globo (2011).

Os gestores de marketing por sua vez, devem colaborar com os ecólogos nesta causa, integrando ações ecológicas e buscando que elas sejam cada vez mais importantes na organização, tornando essa não só uma ação de marketing e sim uma parte importante na identidade organizacional da empresa (missão, visão e valores) e influenciando no seu Brand Equity, transmitindo para os consumidores o engajamento e a importância que a corporação tem com este tema tão nobre.

O conceito de Ecomarketing não é algo novo e apesar de estar se tornando cada vez mais forte, ainda não tem seu valor devidamente reconhecido. De acordo com a pesquisa dirigida pelo Prof. Dr. Enrique Viana Arce, realizada em Americana, interior de São Paulo, 25% das empresas da área não possuíam ISO 14000*, e apenas 12% das empresas priorizavam a qualidade ambiental do produto um fator importante na escolha do fornecedor.

Portanto a função do gerente de marketing deve ir muito além de vender o seu produto ou serviço, este deve incentivar e garantir que sua organização cumpra os acordos firmados pelas Cúpulas ou pelas normas da ISO (Organização Internacional de Normalização). O gestor de marketing pode junto ao governo, auxiliar a formação de eco-valores nas empresas e principalmente na sociedade, para que ambas, já devidamente instruídas, optem por fornecedores que produzam ou comercializem produtos sustentáveis, desde a extração da matéria prima, produção, consumo e descarte dos bens de consumo, diminuindo de maneira relevante a demanda em empresas não colaborativas com a causa e tornando assim inviável para as mesmas não integrar a “ecologia” no seu Brand Equity.

 

ISO 14000* – “ABNT NBR ISO 14000 especifica os requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental e permite a uma organização desenvolver uma estrutura para a proteção do meio ambiente e rápida resposta às mudanças das condições ambientais.”

E, quando o volume a ser colhido, é muito grande?

Qual é o problema?

Colher uva, em grandes áreas, não é problema. Ao menos para essa colhetadeira New Holland.

Impressiona o que ela faz. Além de uva, pode colher café e azeitonas.

Vejam o ‘monstro‘ operando. O que seria colher uvas numa área tão extensa?