Terra do padre milagroso, ou da katilin?

Pois óia só: mais uma passagem de ano (vá de retro 2017), passada com os grandes amigos. Já fazemos isso há 3 anos. Que turma boa.

Dessa vez, mudamos de posição geográfica. Fomos de Jaú, para Tambaú.

Começa que, Tambaú, fica próxima à Itobi. Em Itobi, temos a Casa Verrone. Visitamos os vinhedos, degustamos ótimos vinhos e conhecemos o Marcio e o Marcelo. Não formam uma dupla caipira não, mas, uma excelente dupla de gestores da vinícola. Os vinhos são excelentes. Como não tinham para venda, fomos a Santa Rita e acabamos com o estoque disponível.

Mas, falando dos amigos com os quais cruzamos a passagem de ano, só tivemos alegrias. Família (no verdadeiro sentido), com ótimos e educados filhos e netos. Moçada boa, muito educada. As crianças, do tipo que chama ‘papai’, ‘mamãe’, ‘vovó’. Nossa, como estranhei. Desculpe, é que infelizmente, já estava me desacostumando a isso. Fui resgatado.

Para não citar nomes, havia uma pessoa afável, ex-professora do Costa Amanso, com seus lúcidos e ativos 85 anos. Certamente com muitas histórias para contar.

Outra família, com o papai piloto da aviação comercial.

Dos amigos mais próximos – que gentilmente nos convida para esse belo convívio – ele, a espôsa e os filhos (além da netinha e da nora) – sempre temos compartilhamento de muita honestidade, lealdade e gentilezas. Somos parceiros de muitas taças.

E, ainda, tivemos mais uma grata companhia: sobrinha desse nosso grande amigo (psicanalista), cujo marido é um físico, pesquisador na USP, além de professor em outras instituições. O filho – também um exemplo de educação – faz Psicologia na PUC. Rapaz estudioso, lê muito e é muito prestativo.

Caramba, não sei se é milagre do padre Donizete, mas esse povo abridor de katilin é gente boa. Barbaridade.

Não poderia passar e começar um novo ano, de outra melhor maneira.