Potencial, temos, mesmo que nossos governantes atrapalhem um bocado.

Para todos os lados e direções, podemos identificar nesse imenso Brasilzão, atrações de dar orgulho.

Temos, também, gente mal educada, que joga lixo na rua, no rio, no chão. Bah, temos de tudo.

Hoje, finalmente, fomos conhecer um espaço gourmet de São Paulo, o Eataly. Resisti por algum tempo, mas, confesso, com aquela pontinha de vontade de conhecer o lugar. E, olha, me arrependi.

Como assim? “Me arrependi”

Me arrependi de não ter ido antes. O lugar é muito legal. Pelas opções em restaurantes, em produtos… os aceto balsâmicos de Modena, proliferam. Preços justos. Os queijos, as massas. Como arrependimento mata, voltarei mais vezes, sem demorar tanto.

E no Sul

Ah, esse Rio Grande do Sul. Vendo o programa da linda Cecília Aldaz (uma argentina de Mendoza, radicada no Brasil, pode? Pode), conheci a Laurentia, uma vinícola que produz principalmente um vinho da variedade macabeo (espanhola, usada na produção da cava). E o mais legal é que, o proprietário – médico – instalou a vinícola nas proximidades de Porto Alegre (a 40 km), com uma aprazível pousada.

Entãio, como não bastassem as maravilhas de Bento Gonçalves, da Serra Gaúcha – que afinal nem ficam tão longe – agora temos essa atração (estou sentindo-me muito atraído), para nosso grupo de confrades da SBAV SP, conhecer. Nossa missão está posta.

E em Sampa

Bem, nesse final de ano, conheceremos mais uma jóia da vitivinicultura paulista: Casa Verrone. A vinícola fica em Itobi, a loja fica em São José do Rio Pardo (parrrdo). Tomei o vinho da Verrone, durante uma visita que fizemos (claro, com o grupo da SBAV SP), à Guaspari, em Espírito Santo do Pinhal.

Ah, mas o vinho é Verrone, ou Guaspari? Fomos conhecer a Guaspari – excelentes vinhos produzidos no sistema de poda invertida, desenvolvido por um agrônomo brasileiro. Ao sairmos da Guaspari, fomos almoçar no centro da cidade. Lá, nos ofereceram os vinhos da Verrone, pelo qual sentimo-nos muito atraídos.

Foram gratas descobertas que iniciamos, e, hoje, sabemos dessa bela produção que se abre por Andradas, vai até o encontro entre São Paulo, Minas e Rio de Janeiro – onde também encontramos azeites, originados de olivais desenvolvidos pela EPAMIG, em Maria da Fé,  MG.

Eta, Brasilzão. Não fosse essa praga da ganância e do desrespeito pelo próximo, seríamos um baita país.

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