Momento de decisões

Ao longo de decadas, os mercados foram sofrendo mudanças e, com elas, adequando-se ao novo. Na maioria das vezes, o choque do novo, causou impactos e muitas resistências.

Estar numa situação conhecida, é cômodo. Ter que mudar, causa desconforto.

Como em todos os demais setores, o educacional, passa por um momento de decisões: o mercado de trabalho não quer, apenas, candidatos a uma vaga, com diploma universitário. Quem pessoas, realmente, habilitadas. Quando digo ‘habilitadas’, não digo de pessoas portadoras de diplima universitário, simplesmente. Sim, simplesmente.

O candidato a uma vaga, deve ter passado por uma formação que vá além da qualificação técnica. Deve ser cidadã, cultural, humana.

Dedicar seus estudos a um período na formação universitária, NUNCA é perda de tempo – ainda que num determinado momento, você decida que ‘tal curso não seja o que você quer concluir’. Tudo acumula experiências em sua formação ampla.

A escolha do curso e da Instituição de Ensino Superior

Há um dito popular: “se, estudar é caro, experimente o preço da ignorância”. Infelizmente, em vez de nos preocuparmos em superar barreiras, desenvolvemos habilidades de sofrimento. Isso. Gostamos de nos sentir coitadinhos, merecedores de pena.

Pena é não termos o senso de sompetitividade, desde cedo. Aprender a valorizar cada tostão e trabalhar, desde muito cedo. Isso nos ajudaria, muito, a dar real valor às coisas.

Ao escolher uma Instituição de Ensino, pense como um investidor: qual o retorno terei para o dinheiro, o tempo e esforço, investidos em meu curso? Qual a relação desse curso, com as habilidades e competências a serem exigidas no futuro (veja que já comentei sobre isso em potro post).

O momento de decisões, citado acima, está relacionado ao momento de saber escolher onde estudar. Cursar apenas pelo diploma universitário, não vale a pena. O mercado de trabalho está mais seletivo, buscando egressos de cursos de instituições reconhecidas.

Não perca seu tempo, seu dinheiro e seu esforço. Isso pode acabar custando muito caro.

Potencial, temos, mesmo que nossos governantes atrapalhem um bocado.

Para todos os lados e direções, podemos identificar nesse imenso Brasilzão, atrações de dar orgulho.

Temos, também, gente mal educada, que joga lixo na rua, no rio, no chão. Bah, temos de tudo.

Hoje, finalmente, fomos conhecer um espaço gourmet de São Paulo, o Eataly. Resisti por algum tempo, mas, confesso, com aquela pontinha de vontade de conhecer o lugar. E, olha, me arrependi.

Como assim? “Me arrependi”

Me arrependi de não ter ido antes. O lugar é muito legal. Pelas opções em restaurantes, em produtos… os aceto balsâmicos de Modena, proliferam. Preços justos. Os queijos, as massas. Como arrependimento mata, voltarei mais vezes, sem demorar tanto.

E no Sul

Ah, esse Rio Grande do Sul. Vendo o programa da linda Cecília Aldaz (uma argentina de Mendoza, radicada no Brasil, pode? Pode), conheci a Laurentia, uma vinícola que produz principalmente um vinho da variedade macabeo (espanhola, usada na produção da cava). E o mais legal é que, o proprietário – médico – instalou a vinícola nas proximidades de Porto Alegre (a 40 km), com uma aprazível pousada.

Entãio, como não bastassem as maravilhas de Bento Gonçalves, da Serra Gaúcha – que afinal nem ficam tão longe – agora temos essa atração (estou sentindo-me muito atraído), para nosso grupo de confrades da SBAV SP, conhecer. Nossa missão está posta.

E em Sampa

Bem, nesse final de ano, conheceremos mais uma jóia da vitivinicultura paulista: Casa Verrone. A vinícola fica em Itobi, a loja fica em São José do Rio Pardo (parrrdo). Tomei o vinho da Verrone, durante uma visita que fizemos (claro, com o grupo da SBAV SP), à Guaspari, em Espírito Santo do Pinhal.

Ah, mas o vinho é Verrone, ou Guaspari? Fomos conhecer a Guaspari – excelentes vinhos produzidos no sistema de poda invertida, desenvolvido por um agrônomo brasileiro. Ao sairmos da Guaspari, fomos almoçar no centro da cidade. Lá, nos ofereceram os vinhos da Verrone, pelo qual sentimo-nos muito atraídos.

Foram gratas descobertas que iniciamos, e, hoje, sabemos dessa bela produção que se abre por Andradas, vai até o encontro entre São Paulo, Minas e Rio de Janeiro – onde também encontramos azeites, originados de olivais desenvolvidos pela EPAMIG, em Maria da Fé,  MG.

Eta, Brasilzão. Não fosse essa praga da ganância e do desrespeito pelo próximo, seríamos um baita país.

O trabalho no futuro (muito próximo)

Eu sei, há muita gente (ainda) procurando emprego, não trabalho. 

E, pior: não conseguem compreender ‘por quê’ as coisas, pensando assim, sejam muito mais difíceis. Procuram uma boquinha, com os concursos públicos, procuram um bom cargo – antes de mostrarem suas qualidades – mas, algumas pessoas gostam, mesmo, de reclamar e sofrer mais. Claro, as coisas não estão fáceis, nem para os mais esforçados. Imaginem para esse tipo de comportamento.

A série do futuro

Vamos iniciar algumas abordagens, tratando de futuro. Profissões e funções a serem extintas, assim como, novas habilidades que serão cada vez mais solicitadas. 

Por ora, vejamos esse interessante vídeo falando sobre “O trabalho do futuro“.

Muitas das profissões cujas atividades possam ser automatizadas, podem acreditar, serão extintas. Ou sofrerão, em uma dose muito elevada, com o advento da tecnologia. 

Uma delas será a área do Direito. Falaremos dela, mais tarde.

Para conhecer as 3 tendências disruptivas do Marketing, veja o artigo Top 3 disruptive marketing trends for 2018, publicado na Revista Forbes..

A tecnologia não nos ajudou, nem nos ajudará, no sentido de eliminar tarefas e permitir que trabalhemos menos. Tecnologia é um fator milenar. E, assim, nunca eliminou trabalho, a ponto de ajudar o descanso humano. Somente melhora a produtividade.

Profissões a serem extintas:

O futuro das profissões

A história do futuro, num país com cultura paralisada no tempo

Assisti a um dos episódios da série de 10 programas, encabeçados por Miriam Leitão, na Globo News (lá vem os Reis do Mi mi mi, reclamar da Globo). Confesso, já tive antipatia por ela. Um dia, assisti sua palestra, a convite da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), lá no Auditório do HC. Mudei totalmente, meu ponto de vista. Ela conhece, realmente, muito e é uma simpatia. Bem, a série baseia-se no seu livro, HISTÓRIA DO FUTURO. Estou correndo à livraria.

É comovente ver o que foi, está e será feito para que esse contrastante país sobreviva. É texto pronto, mas, não fosse a cultura da corrupção e do levar vantagem sobre o outro – além do desrespeito pelo outro – teríamos como superar e alcançar grande destaque no cenário econômico mundial.

As cenas mostram um país com desenvolvimento e aplicações de tecnologias, admiráveis. De Santa Catarina ao Nordeste. De carros elétricos (e ônibus), ao uso intenso de energias fotovoltaica e eólica.

Aí, começa a causar reflexões (ou decepções, ou preocupações em querer contribuir para a mudança necessária).

Vemos várias tomadas de cena, mostrando as potencialidades dessas fontes de energia. Impressionante, ver como o Brasil já tem vários campos de implantação de energia eólica e fotovoltaica (um orgulho).

Mas, quais são as melhores alternativas. Tudo deve ser referenciado. Einstein já dizia: tudo é relativo. Portanto, temos que lidar com os fatores, ou com as forças que influenciam o ambiente. Cada situação, é uma situação.

Vale confessar que, não sou engenheiro, nem agrônomo, nem geólogo, minha formação é em Administração de Empresas e Comunicação Social (doutorado). Mas, logo mais explico melhor minha ‘intervenção’ em searas alheias.

Em que pese a necessidade de encontrar soluções para, por exemplo, a questão das secas – o que causa deficiências na produção de energia a partir das águas armazenadas em represas, outras opções começam a ser buscadas. E elas existem: energia nuclear, termoelétricas, eólicas, fotovoltaicas etc.

Tecnologias disponíveis, recursos (financeiros e matérias-primas, principalmente), são fundamentais, para servirem como os tais “referenciais”, já citados. Na Alemanha (sempre citada nesses casos), o uso de energia nuclear, embora com domínio de tecnologia, já é questionado. Questões ambientais, estão pesando e fazendo a cabeça do povo alemão.

As duas opções, tidas como melhores, pois, estão praticamente isentas de produção de populição, são: eólica e fotovoltaica. Para uma, é preciso ter vento. Para a outra, é preciso haver incidência de luz solar. Dizem os especialistas que, no Brasil, até os ventos ocorrem na direção certa (pena que os corruptos atrapalhem tanto). É preciso haver incidência constante e com manutenção da direção da força. É o nosso caso. Luz solar, dispensamos comentários.

BINGO: temos esses dois fatores, em abundância, aqui. Para aproveitar esse trecho do artigo, É PRECISO LEMBRAR NOSSO ATRASO: CORRUPÇÃO E JEITINHO BRASILEIRO.

Certamente a energia eólica tem aplicações vantajosas em muitos aspectos. Porém, entendo (daí, isso é questionável), que um problema permaneça: a necessidade de cabos para distribuição para regiões onde não haja produção – como acontece com a energia das hidrelétricas.

No caso da energia fotovoltaica, aí sim, somos campeões. Explicando: estou falando da incidência da luz solar, necessária para a produção da energia fotovoltaica, que deve ser coletada por painéis. Ai vem a questão dos fatores: temos alta incidência e o custo para distribuição, é praticamente nulo.

A energia fotovoltaica, produzida a partir dos painéis coletores de luz solar, dispensa os cabos de distribuição de energia. Acabam-se com aquelas cenas (e melhor, acabam-se com os custos), de longas linhas de distribuição, postes para todos os lados. Cada telhado é uma usina, em potencial.

Eu sei, os cíticos dirão: “ah, mas o custo de instalação desse equipamento é alto”. Aí é que os corruptos – melhor dizendo – os responsáveis pela política em geral, entram (começa o problema). Temos ainda, o lobby das empresas que produzem energia distribuídas por cabos. Mas, um programa de financiamento, tornaria isso uma barreira superável. As vantagens são muitas – precisaria de um outro artigo, aqui, para falar obre isso.

Na Alemanha, onde a incidência de luz solar é, cerca de 5 vezes menor que a nossa, o uso intenso dessa fonte, é muito maior que aqui. Parece a Lei de Pareto invertida.

Mas, o que levou-me a escrever esse artigo: numa cena, mostrando a introdução dos usos dessas energias (eólica e fotovoltaica) no nosso querido Nordeste, lá no Sertão, a gente vê o povo sendo beneficiado com a tecnologia, mas, vivendo de uma maneira tão pobre que dá dó. Soluções quebra-galho para um monte de atividades, recursos de quinta categoria para instalações e usos dessas tecnologias, que dá dó.

Aí outra questão que me aflige: não basta levar a tecnologia como solução. É IMPRESCINDÍVEL EDUCAR O POVO. Orientar como usar esses recursos e como mudar de vida, faz\endo as coisas bem feitas. Princípios de higiene, de aproveitamento e produtividade da terra, e, tantas outras coisas que CONTRIBUIRIAM PARA O DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO, a partir das melhorias proporcionadas pelo uso das tecnologias.

Se NÓS, como povo, não mudarmos nossa maneira de ver o próximo, se não nos enxergarmos como uma NAÇÃO de todos para todos, não haverá tecnologia que nos ajudará.

Precisamos enterrar o jeitinho brasileiro. Precisamos nos transformar numa nação confiável. Para seu povo e para o mundo.

Nossas dificuldades (culturais, diga-se), são tão grandes que, nem no estado mais rico da nação, conseguimos desenvolver obras, verdadeiramente sociais. Vejamos o caso dos rios Pinheiros e Tietê. São esgotos superdimensionados (certamente pela natureza, ainda que alterada). Tivéssemos políticos sérios, voltados para necessidades da população, já teriam sido despoluídos. Como? Por exemplo tornando-os cais de navegação. ‘Simples’ assim (simples pela lógica). O próprio sistema de transporte – um quase-anel hidroviário por São Paulo – sustentaria os custos de manutenção e de despoluição.

Estive em Zaragoza, em outubro último. Lá, o Rio Ebro corta a cidade. Mais largo que o Tietê, mas com vida. Vê-se patos selvagens, em pleno centro onde corta a cidade. Esportistas treinando esportes aquáticos. Mas fiquei com uma inveja!!!

Mostrando mais coisas boas. Abaixo duas situações de Zaragoza:

1. O Rio Ebro, visto da torre da Catedral del Pilar e

2. Após cada dia de uma semana de comemorações das Fiestas del Pilar, a limpeza entra em cena. Lá as coisas funcionam, de maneira ‘acelerada’ de verdade.

 

 

 Aproveito para lembrar uma citação, atribuída a Eça de Queiroz: “políticos e fraldas, devem ser trocados com frequência. Pelas mesmas razões.”

Movimentar-se em Zaragoza, ES

Procurei muito, até que encontrei: um mapa de Zaragoza que tivesse inserido – diretamente nele – a rota do Tranvia. Esse é o mais prático, limpo e seguro (se bem que os demais meios também são excelentes), meio de locomoção na cidade. Rápido, eficiente e corta uma rota muito importante para quem precisa movimentar-se pela cidade. Da última vez, nosso grupo ficou dividido, em hotéis diferentes. Agora, estou procurando um hotel, mesmo distante do centro nevrálgico (Plaza Spaña e El Tubo), mas de fácil acesso. Por isso, encontrar um mapa (não apenas a rota), com a rota inserida, foi muito legal. Daí, eu compartilhar a dica. Primeiro, o mapa da Linha 1 (só consegui o link, mas é a principal linha central), depois o da Linha 5

Um sonho de degustações

O tour inicia-se dia 9 de fevereiro (sexta-feira), às 20h – saída de São Paulo – e termina dia 14 de fevereiro (quarta-feria de cinzas), às 19h. Ou seja, um programa ideal para uma escapada no Carnaval. O passeio inclui visitas e degustações dos melhores vinhos nas vinícolas: Bodega Del Fin de Mundo , Bodega Familia Schroeder(inclui almoço), Bodega Noemia , Bodega Chacra, Bodega Agrestis (inclui almoço), Bodega Patritti e Bodega Malma (inclui…

via Sbav-SP promove viagem a bodegas da Patagônia Argentina, no feriado de Carnaval. — SBAV-SP