Ah, Mendoza, seus vinhos e suas lutas: conquistas

Mendoza, Argentina, é uma província, cuja capital tem o mesmo nome. A cidade de Mendoza, está numa região considerada desértica. Tudo o que há plantado lá, hoje, existe pela mão do homem: a maior produção vitivinícola do país, além de outras frutas e verduras. Mais de 500 km de canais, percorrem toda a cidade (como visto no vídeo abaixo, onde um dos canais corta a peatonal Sarmiento), levando a riqueza da água de degelo dos Antes (o índice pluviométrico é de 200 mm/ano). Por duas vezes, a cidade foi destruída por grandes terremotos (1861, quando um terço da população morreu e 1985). Ainda assim, é o que é: muita riqueza e um povo hospitaleiro. Enquanto isso, em São Paulo, não conseguimos nem água para o chafariz do Parque da Independência. Qual é o nosso problema, fartura?

Visitamos a bodega Maripal (ótimos vinhos), a Nasarena (onde almoçamos) e, por um ‘regalo’ especial do nosso remis super simpático, o Sérgio (Landscape & Wine), que nos levou para conhecer a pequena bodega Carmelo Patti, onde fomos atendidos pelo próprio.

No dia seguinte, também por recomendações do Sérgio, fomos à Achaval Ferrer – uma bodega que só faz tintos e só tem vinhos avaliados acima de 94 RP (foto, com Andes ao fundo). O almoço, nesse dia, foi na Ruca Mallen (vizinha da Septima, que podia ser vista do restaurante). Por um esquecimento meu – o que requer um retorno – não fomos à bodega Goulart. Quero conhecê-la.20170628_10571620170628_111029

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