Vinhos em alta

A descida da rodovia do Rio do Rastro

Viajar é muito bom. Viajar com Amigos, tomar bons vinhos, ah, aí, não tem medida. Pois, assim foi, mais uma vez, com o grupo de Amigos e associados da SBAV SP. Dessa vez, fomos em 31 pessoas, para visitar as Serras Catarinenses. Visitamos Florianópolis, Ribeirão da Ilha, Urubici, Bom Jardim, São Joaquim, Lauro Muller e adjacências. Degustamos bons vinhos de variedades inusitadas, para os padrões produzidos no Novo Mundo.

O restaurante Ostradamus, em Ribeirão da Ilha, Florianópolis: aprendemos a ‘molhar as palavras’.

A boa notícia, fica por conta das novidades que despontam como as variedades de uvas sendo experimentadas em solo brasileiro. da goethe (em Urussanga) à sangiovese (em São Joaquim e Bom Jardim). Sem falar em outra boa nova, que é o desenvolvido plantio de mirtilo, em Bom Jardim, processado pela empresa cooerativada Sanjo (de origem japonesa – e bem por isso, carregada de tecnologia). O grande volume de produção da Sanjo, fica por conta das maças – fomos agraciados com amostras deliciosas, fresquinhas. O capricho – e a seriedade – no processamento verificou-se pela obrigatoriedade do uso de jalécos, toucas e protetores bucais para os barbudos.

Linha – toda automatizada – da produção de maças, na Sanjo (indústria japonesa)

As vinícolas estão avançando muito seriamente, para uma produção de qualidade. Visitamos a Villa Francione – uma jóia de vinícola. Toda a plantação é protegida por cobertura de tela anti-granizo.

A vinícola Villa Francioni

Da Villa Francioni, partimos para outra jóia local: a Vinícola do Monte Agudo. Além da beleza local, a produção esmerada de seus vinhos, tornaram a estadia, muito apreciada por todos nós. A simpatia do Leônidas, o proprietário, fez com que todos sentissem o acolhimento catarinense, daqueles que se dedicam à produção de bons vinhos.

Vinícola do Monte Agudo, Bom Jardim, SC

MonteAgudo

 

Na empresa ou na escola? O que importa é mudar a visão. Então o certo é: na empresa E na escola.

O futuro incerto, provoca intensa necessidade de aprendizado contínuo e inovador. É necessário que os gestores mudem suas visões de mercado. Fazer mais do mesmo, não leva nenhuma empresa a ter diferenciais e ser competitiva. É preciso empatia.

DesignNegocios

O que acontecerá com as profissões, no futuro!

Certamente, a dificuldade reside nas previsões. Porém, está claro que em profissões que vão daquelas relacionadas à gastronomia, passando pela área da saúde e chegando à aquelas relacionadas ás áreas jurídicas e contábeis, para o futuro, vislumbramos muitas transformações. E desemprego, é claro. O que fazer? Claro, também está que não é possível ser correto, ou melhor, preciso, nas afirmações. Porém, estudar, acumular conhecimento, parece ser o melhor caminho. Esse artigo do The Guardian, é revelador, citando áreas e seus percentuais de risco, para o futuro. Bem, se o futuro é incerto, uma coisa, podemos afirmar: aprender a ler inglês, ajudará bastante! Acesse o artigo, também, por aqui https://www.theguardian.com/us-news/2017/jun/26/jobs-future-automation-robots-skills-creative-health

Melhor trabalho de análise crítica e resumo: a ecologia e o gestor de marketing

 

MELHOR TRABALHO

Ha cerca de um mês, propus às turmas do CST Marketing – 3º e 4º períodos, para que lesse um texto (em espanhol), compartilhado pelo colega Prof. Dr. Victor Peres, da USJ, Zaragoza, Espanha, pelo Twitter. Achei o tema muito interessante e, então, levei o desafio aos meus alunos: ler, interpretar e produzir um resumo do texto.

Essas duas turmas são excelentes. Alunos críticos e engajados. Assim foi que, dos trabalhos encaminhados, selecionei esse que ora apresento, com orgulho. A percepção do envolvimento dos alunos, com o desafio foi muito clara.

Para cumprir minha promessa, aqui está a divulgação do texto (com as devidas autorizações) e que, também, estarão em meu blog: conhecerprof.blog

SEGUE O TEXTO

Desde o início da existência humana o homem vem transformando o meio em que vive. As criações das civilizações e das grandes metrópoles são alguns exemplos disso, porém foi após a revolução industrial que essas mudanças se tornaram mais drásticas para o meio ambiente, atingimos níveis da poluição jamais imaginados, extinguimos animais, biomas, rios e até cidades foram evacuadas por conta desta poluição. Não obstante, apenas em meados do século XX um contra movimento denominado “Ecologia” surgiu para amenizar os efeitos negativos da nossa “evolução”.

Rinoceronte-branco, extinto em 2018. Wikipédia (2018).

MELHOR TRABALHOO ser humano causou catástrofes ecológicas que serviram de alerta para a sociedade, e a partir de então vem mudando lentamente sua visão ecológica. Grandes conferências como a Cúpula da Terra (1992) e a Cúpula de Kyoto (1997), tiveram como objetivos burocratizar e reduzir ao mínimo a sua emissão de poluentes. Porém não houve uma mudança drástica como era esperado, seja por falta de cláusulas nos acordos ou por conta das estratégias que grandes corporações utilizam transferindo suas fábricas de país.

Desastre do Golfo do México, explosão de plataforma de petróleo. G1 Globo (2011).

Os gestores de marketing por sua vez, devem colaborar com os ecólogos nesta causa, integrando ações ecológicas e buscando que elas sejam cada vez mais importantes na organização, tornando essa não só uma ação de marketing e sim uma parte importante na identidade organizacional da empresa (missão, visão e valores) e influenciando no seu Brand Equity, transmitindo para os consumidores o engajamento e a importância que a corporação tem com este tema tão nobre.

O conceito de Ecomarketing não é algo novo e apesar de estar se tornando cada vez mais forte, ainda não tem seu valor devidamente reconhecido. De acordo com a pesquisa dirigida pelo Prof. Dr. Enrique Viana Arce, realizada em Americana, interior de São Paulo, 25% das empresas da área não possuíam ISO 14000*, e apenas 12% das empresas priorizavam a qualidade ambiental do produto um fator importante na escolha do fornecedor.

Portanto a função do gerente de marketing deve ir muito além de vender o seu produto ou serviço, este deve incentivar e garantir que sua organização cumpra os acordos firmados pelas Cúpulas ou pelas normas da ISO (Organização Internacional de Normalização). O gestor de marketing pode junto ao governo, auxiliar a formação de eco-valores nas empresas e principalmente na sociedade, para que ambas, já devidamente instruídas, optem por fornecedores que produzam ou comercializem produtos sustentáveis, desde a extração da matéria prima, produção, consumo e descarte dos bens de consumo, diminuindo de maneira relevante a demanda em empresas não colaborativas com a causa e tornando assim inviável para as mesmas não integrar a “ecologia” no seu Brand Equity.

 

ISO 14000* – “ABNT NBR ISO 14000 especifica os requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental e permite a uma organização desenvolver uma estrutura para a proteção do meio ambiente e rápida resposta às mudanças das condições ambientais.”

E, quando o volume a ser colhido, é muito grande?

Qual é o problema?

Colher uva, em grandes áreas, não é problema. Ao menos para essa colhetadeira New Holland.

Impressiona o que ela faz. Além de uva, pode colher café e azeitonas.

Vejam o ‘monstro‘ operando. O que seria colher uvas numa área tão extensa?

Qual é o sabor da vida?

A questão proposta no título, tem um propósito: pensar sobre ‘como vivemos’, ‘como nos permitimos viver’, ‘o que fazemos de nossas vidas’, ‘o que comemos’, sim, ‘o que e como bebemos’, como damos valor, de verdade, à vida’?

Tudo isso deveria ser simples. Mas, sabemos que não é.

Coisas básicas como: alimentar-se, ouvir uma música, trabalhar, amizades. Tudo isso, DEVERIA ser muito bem aproveitado por nós.

Entretanto, não nos permitimos. Verdade. Nos deixamos levar pelos acontecimentos, pelas redes sociais (bicos, selfies, emojis, memes, etc). Temos muitos botões a apertar, pouco a viver. Não entendemos o ‘por quê’, de tudo. Não temos tempo para isso.

Babando no deleite da harmonia

Quando vemos um concerto musical – isso mesmo ‘vemos’ – podemos avaliar muito melhor, por exemplo, o papel e a importância de cada componente da orquestra. O conjunto de trumpetistas, tem destaque. Violoncelistas, menos. Harpistas, flautistas, violinistas, idem. Quando você ouve – ainda que uma linda harmonização como FOUR SEASONS, um deleite de babar – aos ouvidos leigos, é muito difícil valorar os acordes individuais.

Mas, quando curtimos o resultado final – a harmonia geral e a música propriamente – aí, percebemos a importância de todo do conjunto. Da harmonia.

Quando apreciamos um alimento. Como uma porchetta (do Lacio ou da Umbria, ou daqui), um spaghetti, uma paella, um sachimi… se algum componente se destacar, geralmente, é porque não está muito bom. Mas, se todos os componentes harmonizarem, o alimento ficará delicioso. Equilíbrio.

Um vinho – seja branco, rosé ou tinto – pinot noir, sauvignon blanc, sauvignon, merlot, sangiovesi, carmenére, tannat, malbec, ou um delicioso blend (para harmonizar com nosso assunto). Quando algum componente destaca-se, em demasia, destoa.

Mas, a questão é: o quanto nos damos – ou nos deixamos – levar pela apreciação desses elementos? Vivemos, de verdade, para nos permitir apreciar esses detalhes.

Peraí: detalhes?

O que é viver? Curtir, ver um concerto e entender o papel e a importância de cada um, saborear (degustar) alimentos e bebidas, buscando compreender o papel de cada componente e sua importância para a harmonização, tudo isso é baboseira?

Se sua resposta é ‘não’, ou ‘não sei’ – e claro ela pode ser (lamentavelmente) – minha sugestão, com todo o respeito é: aprenda, enquanto é tempo. A vida pode ser simples, sem frescuras, mas, deve ser vivida com respeito à dádiva que ela é.

Para isso, sem sofisticações, é fundamental CONHECER os detalhes. Valorizar os detalhes. Prestar atenção a eles. Curtir cada um em sua simplicidade. Compreender que O CONJUNTO É QUE DÁ O SABOR, O TOM, A VIDA.

Sugestão: assistam ao IN CONCERT: Waldbüne 2017 – Lendas do Reno

Crenças e valores

Somos, realizamos, deixamos de realizar… em função daquilo que pensamos.

Temos muitos bloqueios, e eles nos levam a crer em determinados fatos, que nem são fatos. São crenças. Algumas são fundamentadas e positivas. Outras, nem tanto.

 

reuniões e vinhos 2

O conjunto de crenças da sociedade  (moral), constrói comportamentos e dita regras. Certamente, a atitude de cada um de nós (ética), deve levar em conta essas regras e respeitá-las. Quando respeitamos cada indivíduo, em todos os sentidos, e compartilhamos com ele(a), nossas alegrias. não há ofensa às regras. Mais importante, é ter consciência dos limites.

Degustação da vinícola Galvão Bueno na SBAV-SP — SBAV-SP

– 17 de julho – No dia 17 de julho, Michele Montanha, jornalista e Master of Science in Wine Management (OIV e Universidade de Paris) e Cordenadora de Marketing da vinícola comanda degustação na SBAV-SP. E com a chegada do frio, vamos aproveitar para degustar vinhos top da vinícola. O Desiree, Paralelo 31 e o Bueno-Cipresso Brunello…

via Degustação da vinícola Galvão Bueno na SBAV-SP — SBAV-SP

Formação em Vinhos de Portugal com degustação. — SBAV-SP

* dia 30/07 * A Sbav-SP, em parceria com a Academia Vinhos de Portugal, receberá Alexandre Lalas, crítico de vinhos, para um curso rápido sobre VINHOS PORTUGUESES, que tratará de temas como a história do vinho em Portugal, as regiões, o clima, o processo de vinificação, as castas e os estilos de vinho português. Após a…

via Formação em Vinhos de Portugal com degustação. — SBAV-SP

 XXVI Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2018 e  Wine South America — SBAV-SP

A SBAV-SP está organizando, entre os dias 27 a 30 de setembro, um tour para a XXVI Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 201 e a Wine South America e também visita e degustação por duas outras vinícolas da Serra Gaúcha. O pacote inclui – Passagem Aérea ida e volta com taxa de embarque: Gol (São Paulo – CGH / Porto Alegre – Salgado…

via  XXVI Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2018 e  Wine South America  — SBAV-SP